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Apresentação (Marcelo Coutinho)

APROFUME admitida na FISTF (Vincent Coppenolle)

O nascimento da APROFUME (Zenon Palitot)

A história do Futebol de Mesa (Marcelo Coutinho)

   
APRESENTAÇÃO:
   
Por Marcelo Coutinho e Santos
(Presidente da Agremiação e do Conselho Benemérito e Fundador da APROFUME)
   

Quem não gostaria de ver no seu time um ataque com Zico, Baggio, Cruijff,  Roberto Dinamite e Maradona? Ou uma defesa com Acácio, Baresi, Passarella, Falcão, Beckenbauer e Júnior? Essa oportunidade é única, mas se repete todos os dias no futebol de mesa, onde cada botonista escala a sua equipe, reproduzindo todas as emoções e lances de perigo do futebol.

Para os mais antigos, a lembrança de um passado de glórias que não volta mais. Para os jovens, a oportunidade de mesclar os craques do presente com os ídolos do passado, que só conheceram pelas conversas dos mais velhos.

No país do futebol, não existe um menino, com ficha de ônibus ou galalite, que não tenha participado das emoções do futebol de botão ou, para os mais sofisticados, futebol de mesa. A vibração da vitória, a discussão camarada após uma derrota, trocas secretas de "jogadores", tudo isso é revivido, diariamente, nas diversas Associações do esporte espalhadas pelo Brasil, onde seus adeptos, entre jovens e velhos, praticam com muita seriedade e organização o que para alguns é um hobby, mas para a maioria é parte integrante do seu dia a dia. E se a torcida não é das maiores, é tão apaixonada quanto os jogadores: o silêncio da maior parte do jogo é quebrado apenas pelas palmas a cada lance de perigo ou jogada de gol.

O jogo, em sua principal e mais difundida regra, é disputado em uma mesa de madeira de lei de 2,20 m por 1,60 m. A bola, de matéria plástica, tem a forma de um disco com 1 cm de diâmetro e 1 mm de espessura. Os botões, especiais, são fabricados sob encomenda em paladon ou acrílico, variando de acordo com as cores e os tamanhos não podendo, porém, ultrapassarem a 6 cm de diâmetro. O goleiro, feito em acrílico, tem 6 cm de comprimento por 3,8 cm de altura e, assim como no futsal, não pode sair da área. A diferença básica desse jogo de nível "profissional" para o chamado "leva-leva", que é o praticado pelas crianças, é a que cada "técnico" só pode dar um toque na bola, o que torna o jogo muito mais emocionante e difícil, levando o futebol de mesa a ser definido, com muito propriedade, como uma variação entre o xadrez e o bilhar, pois são necessários o raciocínio e a precisão desses dois esportes. Além disso tudo, é o único esporte genuinamente brasileiro. Este fato é, inclusive, reconhecido pela resolução 14/1988 do Conselho Nacional de Desportos (CND), que regulamentou a prática do futebol de mesa.

Procure a APROFUME ou a Associação mais próxima de sua casa: praticando o futebol de mesa você tem a oportunidade de, sem gastos exorbitantes, participar de um esporte sadio, num ambiente agradável e muito familiar.

   
   

APROFUME ADMITIDA NA FISTF:

   

Por Marcelo Coutinho e Santos
(Presidente da Agremiação e do Conselho Benemérito e Fundador da APROFUME)

   

Em 06 de julho de 2000, a Agremiação Proletária de Futebol de Mesa tornou-se a primeira entidade no Brasil e a primeira não praticante do Subbuteo, em todo o Mundo, a ser aceita na Federation International of Sports Table Football! Leia abaixo na íntegra, nas versões original em inglês e traduzida para o português, o histórico texto nos enviado pelo Sr. Vincent Coppenolle, "Communications Director" da FISTF:

"Hello, Marcelo!

I hope you are OK. If I remember, your TABLE FOOTBALL is not the same as ours! Anyway, I will register your club as I hope one day you will be playing table soccer the way we do here in Europe! Have a look at our website: www.tablesoccer.net or to www.tablesoccer.co.uk to order material! I suppose you will like it! Thank again and good luck with your competitions in BRAZIL!

Vincent"

"Olá, Marcelo!

Espero que esteja tudo bem contigo. Se eu me lembro, seu FUTEBOL DE MESA não é igual ao nosso! Apesar disso, eu registrarei seu clube e espero que um dia vocês  também venham a jogar o futebol de mesa do modo que nós fazemos aqui na Europa! Veja em nosso website: www.tablesoccer.net ou www.tablesoccer.co.uk como encomendar material! Eu acho que você irá gostar! Agradeço novamente e boa sorte em suas competições no BRASIL!

Vincent"

   
   

O NASCIMENTO DA APROFUME:

   

Por Zenon Palitot Lima Filho
(Importante auxiliar na fundação da APROFUME)

   

A Agremiação Proletária de Futebol de Mesa nasceu do fascínio de Zenon Palitot, Marcelo Coutinho, Carlinhos Coutinho, Ricardo Henningsen, Adriano Moutinho, Cláudio Godinho e Rafael Lauria pelo esporte e da necessidade de alavancá-lo no estado do Rio de Janeiro.

Há muito que já se fazia necessário termos mais uma associação funcionando numa região da cidade onde se encontram inúmeros praticantes do futebol de mesa, que se vêem impedidos de praticar o esporte pela distância que se encontram nossas co-irmãs. A Associação surgiu para ser mais um espaço de lazer e congraçamento entre os praticantes do futebol de mesa.

Fomos buscar em nosso nome o sentido de tudo que realmente desejamos para a nossa atividade. Uma Agremiação Proletária representa a união e também a aproximação de seus componentes, pautados na lealdade e na honestidade do que propomos.

A APROFUME vem para somar, crescer a cada dia, oferecendo um espaço agradável aos praticantes deste fascinante esporte.

   
  

A HISTÓRIA DO FUTEBOL DE MESA:

  

Por Marcelo Coutinho e Santos
(Presidente da Agremiação e do Conselho Benemérito e Fundador da APROFUME)

  

Talvez não exista, no Brasil, uma diversão tão popular quanto o famoso “jogo de botões”! Em todo o país, seja em lugares tão distantes e díspares quanto o Amazonas e o Rio Grande do Sul, por exemplo, não existe um menino (e cada vez mais meninas também) que, nem que seja ao menos uma vez, não tenha experimentado a emoção de comandar ao seu próprio time, ser ao mesmo tempo técnico e jogador, imaginar-se pisando o gramado do Maracanã ou de Wembley, marcando um gol pelo time do seu coração ou erguendo a Taça Jules Rimet, fantasias que somente a magia do futebol de mesa pode proporcionar!

A origem do esporte até hoje é controversa e, embora vários estados e pessoas a reivindiquem, ela se perde no tempo. O fato é que os jogos começaram a ser disputados nas primeiras décadas do século passado, mais ou menos ao mesmo tempo e em vários lugares diferentes, o que leva a crer até mesmo numa geração espontânea, pois a idéia em si não é muito difícil de ser imaginada. Também é sabido que as primeiras cidades onde o jogo começou a ser praticado eram em sua maioria capitais costeiras, donde é fácil deduzir-se que, provavelmente, num mundo onde ainda não existiam carros e aviões, foram marinheiros os responsáveis pela sua divulgação, assim como ocorreu com o próprio futebol.

Dessa maneira, o jogo chegou até a outros países, como principalmente Argentina, Espanha e Uruguai e, para variar, assim como ocorre em vários estados brasileiros, com isso também os espanhóis passaram a se acreditarem os seus inventores.

Nessa época o futebol, embora já estivesse começando a ultrapassar o remo na preferência popular, ainda era um esporte caro e de elite. Sua prática exigia equipamentos importados e os clubes onde era jogado eram fechados às camadas mais pobres da população. Jogar botão era, desse modo, uma maneira barata de se imaginar num cenário inatingível para aquelas crianças de então.

É justamente daí que vem o nome que perdura até hoje... O futebol de botões era jogado, literalmente, com botões de roupas, o que já não acontece mais no Brasil há muitos anos, dado ao avanço tecnológico e a dimensão organizacional que o esporte alcançou, mas que ainda ocorre no Uruguai, Argentina, Espanha, Hungria, Sérvia ou República Tcheca, por exemplo.

Naqueles anos iniciais, os botões maiores, dos antigos “casacões”, eram rapidamente transformados pelas crianças em pesados “zagueiros”! Botões menores viravam velozes “atacantes” e os pequeninos botões de “ceroulas” ou golas e punhos de camisas viravam as “bolas” do jogo! Nos gols improvisados, “goleiros” de caixas de fósforo, que logo começaram a ser recheados com pedras, barro, chumbo derretido ou qualquer coisa que os tornasse impossíveis de serem derrubados facilmente.

Os campos eram riscados primeiro nas calçadas, onde os botões não deslizavam bem, depois nos pisos de cerâmica ou mármore, bem mais “deslizantes”, mas logo evoluíram e subiram às mesas de jantar, onde logicamente era mais fácil de se jogar do que agachado no chão! Assim surgiram de uma só vez o outro nome pelo qual o esporte é conhecido, futebol de mesa, e o material definitivamente ideal para os campos: a madeira!

Em 1930 o carioca Geraldo Celso Décourt publicou o primeiro livro de regras oficiais. Embora alguns praticantes paulistas e paraenses até afirmem o contrário, foi comprovadamente no Rio de Janeiro, então a capital do País, que o futebol de botão começou a se organizar e a tomar forma de esporte. Décourt batizou ao jogo de “Foot-Ball Celotex”. O porque do nome ainda hoje é controverso. Uns dizem que era o nome oficial do tipo de madeira (na verdade uma espécie de “aglomerado”) que Décourt usou para confeccionar aos campos. Outros dizem que, na realidade, ele utilizou madeira de engradados conseguidos no porto do Rio de Janeiro e que “Celotex” era simplesmente o nome estampado nestes caixotes, provavelmente o nome da companhia de navegação ou do exportador estrangeiro. De qualquer modo, o fato é que, a partir da publicação das regras, os botões em si também começaram uma verdadeira curva evolucionária, digna de Darwin.

Até a década de 40, os mais populares ainda eram os botões de roupa que já começavam, porém, a serem “lixados” para conseguirem melhores chutes e deslizamento. Na década de 50, as fichas de pôquer dos cassinos começaram a ser utilizadas, sendo mais tarde substituídas pelas fichas dos antigos “lotações” e ônibus. Muitas começaram a serem coladas em camadas e depois trabalhadas manualmente na lixa e polidas com parafina, começando assim a surgir a indústria dos botões especificamente preparados para o jogo. Nos anos 60 surgiram as tampas de relógio, também conhecidas por “vidrilhas”. Tinham a vantagem, por serem ocas e transparentes, de se poder pintar ou colar de uma maneira segura e definitiva, escudos, uniformes, nomes e rostos de jogadores, recortados de jornais, revistas ou álbuns de figurinhas. Durante esse tempo todo, outros materiais chegaram a ser utilizados na confecção artesanal dos botões, como a popular casca de coco, o chifre de boi, o baquelite e o plástico, derretido dentro das antigas fôrmas de empadas.

Na década seguinte o botão, que realizou o seu primeiro CAMPEONATO BRASILEIRO OFICIAL em 1970, em Salvador, na Bahia, já era definitivamente esporte e a sua fabricação estava industrializada. Pequenas fábricas produziam quase que artesanalmente os bonitos, mas caros, botões em galalite, enquanto as grandes indústrias de brinquedos fabricavam em larga escala modelos mais populares e baratos, de plástico. Por outro lado, os atletas “profissionais” de então adotaram o acrílico, a madrepérola, o craquelê, o paladon ou a mica, materiais utilizados até hoje! Os botões “oficiais” atuais alcançaram, inclusive, um nível de beleza, requinte e sofisticação tal que é possível, até mesmo, incluir escudos metálicos embutidos dentro dos botões, que são fabricados personalizados e sob encomenda, de acordo com a orientação e as especificações que o freguês desejar.

Por falar nos “profissionais”, no final dos anos 50 e início dos 60 começaram a surgir, primeiro na Bahia, depois no Rio Grande do Sul e logo no restante do país as primeiras “Associações”, clubes destinados exclusivamente à prática do jogo. Na virada dos anos 60 para os 70 começaram as disputas dos Campeonatos Brasileiros e, em 1988, o futebol de mesa foi oficialmente reconhecido como esporte pelo antigo Conselho Nacional de Desportos (CND, órgão substituído atualmente pelo INDESP), através da Resolução N.º 14, de 29 de setembro de 1988. Assinado pelo então Conselheiro-Presidente Manoel José Gomes Tubino, o histórico texto afirma que considerando que os requisitos técnicos ao reconhecimento haviam sido satisfatoriamente atendidos, que a sua prática já era exercida há vários anos e difundida inclusive internacionalmente, que a solicitação havia sido formulada por nove estados e levando em conta o grande número de praticantes, o CND resolvia “reconhecer o futebol de mesa como modalidade desportiva praticada no país, como uma vertente dos esportes de salão”, onde se incluem o xadrez e o bilhar, por exemplo.

Hoje existem 3 grandes regras nacionais (chamadas de “modalidades”) oficializadas pela CBFM (Confederação Brasileira de Futebol de Mesa) e conhecidas popularmente entre os botonistas por “Baiana”, “Paulista” e “Carioca”, além de inúmeras outras regras “não-oficiais” e menos difundidas, chamadas exatamente por isso de regionais, como principalmente a “Pastilha” (RJ e SP), a “Gaúcha”, a “Maranhense”, a “Pernambucana” e a “Paraibana”. A diferença entre cada uma delas é, basicamente, o tamanho das mesas, a duração do jogo, o formato das “bolas” e o número de toques que os botões podem dar.

No Rio de Janeiro e São Paulo a modalidade “não-oficial” que vem apresentando o maior crescimento e evolução é a Pastilha que, inclusive, já foi admitida na FEFUMERJ (Federação do Rio de Janeiro) e é praticada principalmente no interior de ambos os estados, mas também em grandes clubes, como o Vasco da Gama, por exemplo.

Entre estas 4 regras principais, a “Baiana” e a “Carioca” utilizam-se de 2 tempos de 25 minutos e mesas de 2,20 m x 1,60 m, sendo que na “Baiana” a “bola” é um disco achatado de poliuretano e só é permitido um toque por vez, enquanto na “Carioca” a bola é esférica, de feltro, e são permitidos 3 toques. A duração do jogo nas regras “Paulista” e “Pastilha” é de 2 tempos de 10 minutos e suas mesas possuem 1,87 m x 1,21 m. A “Paulista” utiliza-se da mesma bola esférica que a “Carioca”, porém o número de toques é maior: 12. A “Pastilha”, assim como a “Baiana”, utiliza como “bola” um disco achatado, porém um pouco maior (semelhante a um “comprimido”) e os toques são 8 por vez. Somente as regras “Baiana”, “Paulista” e “Carioca” possuem autorização da CBFM para realizarem regularmente Campeonatos Brasileiros, já que, com exceção da Pastilha, praticada organizadamente no Rio e em São Paulo, as demais não possuem grande penetração fora de seus estados de origem.

A nível nacional a estrutura é basicamente a mesma do futebol: a Confederação Brasileira de Futebol de Mesa (CBFM) reúne as diversas federações e a sua presidência é exercida, alternadamente, por representantes das 3 grandes regras (“Baiana”, “Paulista” e “Carioca”) que possuem também, cada uma, as suas próprias Vice-Presidências e realizam os seus próprios Campeonatos Brasileiros. As federações coordenam, nos estados, aos clubes e realizam os seus Campeonatos Estaduais. Nos clubes é onde o esporte é praticado assiduamente, em geral à noite ou nos finais de semana. Hoje o esporte é tão difundido que, pelo menos nas grandes cidades, já é sempre possível encontrar-se um “departamento” de futebol de mesa nos principais clubes sociais.

Atualmente o Rio de Janeiro possui dois representantes na Diretoria da CBFM: Robson Marfa, atleta do Vasco da Gama, Vice-Presidente da modalidade Disco (“Baiana”) e Marcelo Coutinho, atleta da APROFUME, Coordenador Nacional de Regras Experimentais.

Graças a esse crescimento, entre 20 e 22 de Setembro de 2002, com o apoio tanto privado quanto do governo municipal, numa iniciativa pioneira a Confederação Brasileira e a antiga FEBOERJ (Federação Botonista do Estado do Rio de Janeiro) promoveram na cidade de Macaé o 1º CAMPEONATO SUL-AMERICANO DE FUTEBOL DE MESA, quando pela primeira vez reuniram-se botonistas do Brasil e Argentina, que disputaram a competição na modalidade “Dadinho”, escolhida pelos próprios participantes por ser a de mais fácil domínio da “bola” e ter as mais simples regras, sendo bastante apropriadas para crianças pequenas.

Com o sucesso desse evento, as duas entidades animaram-se a vôos mais altos e, de 18 a 21 de abril de 2003, foi a vez da cidade do Rio de Janeiro transformar-se na capital internacional do futebol de mesa ao realizar na Barra da Tijuca, novamente com o apoio privado, já que o esporte é essencialmente amador, o 1º CAMPEONATO MUNDIAL, que reuniu representantes do Brasil, Argentina, Chile e Espanha e, por ser a mais fácil de todas, como já explicado, a modalidade "Dadinho" foi mais uma vez a adotada para a disputa.

Um dos mais importantes estados na história do esporte, já tendo, por exemplo, alcançado o título de Campeão Brasileiro de Disco (“Baiana”) em 7 oportunidades (72, 80, 83, 87, 90, 91 e 00), durante um certo tempo existiram duas Federações no Rio de Janeiro, sendo que uma coordenava as modalidades Disco (“Baiana”), “Pastilha” e “Dadinho” e a outra coordenava as modalidades Bola 3 Toques (“Carioca”) e Bola 12 Toques (“Paulista”). Hoje ambas as entidades fundiram-se numa só, unindo esforços na FEFUMERJ (Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro), que atua num sistema idêntico ao da CBFM, com cada modalidade possuindo suas próprias Vice-Presidências e gozando de certa autonomia.

A Vice-Presidência de Disco e Pastilha vem coordenando várias competições ao longo de sua existência, entre as quais destacam-se, por exemplo, os eventos realizados nos seguintes shopping centers localizados no Estado do Rio de Janeiro:

- Macaé Plaza Shopping em 2002;
- Shopping Barra Garden em 2003;
- Rio Shopping Jacarepaguá em 2004;
- Friburgo Shopping em 2004;
- Teresópolis Várzea Shopping em 2005 e 2006;
- Carioca Shopping em 2006;
- Shopping Vilarejo de Itaipava em 2006.

Uma das filiadas mais tradicionais da FEFUMERJ é a APROFUME (www.aprofume.com.br), que mantém os seguintes convênios, visando ao atendimento à crianças de comunidades carentes:

- Convênio com a Liga de Desportos de Belford Roxo fornecendo todo o apoio logístico e operacional para a implantação de “escolinhas” de Futebol de Mesa.
- Convênio com SESC-RJ (Unidade de Ramos) promovendo o Futebol de Mesa para a comunidade do Complexo do Alemão.


Outros eventos realizados pela APROFUME e que merecem destaque são:
 

- Realização de evento beneficente com arrecadação revertida em favor das vítimas das tsunamis na Ásia.
- Realização anual de evento beneficente com arrecadação de alimentos em favor da Creche Comunitária de Jardim Gramacho e APAE - Caxias, entre outras instituições de caridade.


Em 2007 a
APROFUME e o Clube dos 500 firmaram importante parceria e, desde então, a APROFUME desenvolve suas atividades internas na sede social (Av. Marechal Deodoro, 477, Duque de Caxias - RJ) do tradicional clube caxiense, e o representa externamente como a sua equipe de Futebol de Mesa, todos os sábados, a partir das 14:00 h, e é um dos únicos clubes do Brasil a praticar 5 modalidades diferentes de Futebol de Mesa, possuindo um patrimônio próprio de mais de 20 mesas, disputando em todas as categorias.

E assim, em uma evolução de quase 100 anos, o futebol de botões passou de uma brincadeira de crianças para um esporte altamente organizado à nível “profissional”, encarado com extrema seriedade não só no Brasil como em vários outros países, que movimenta consigo uma grande indústria e que, com isso, já começa a sonhar mais alto... O sonho agora é Olímpico! E, depois de tudo o que os seus adeptos já alcançaram, alguém ainda duvida de que isso não seja possível?


Por Marcelo Coutinho e Santos
Coordenador Nacional de Regras Experimentais (CBFM)
Diretor Técnico de Pastilha (FEFUMERJ)
Presidente (APROFUME)
Correspondente no RJ (FutebolDeMesa News)

PARA SABER MAIS:

REVISTAS:

Pilchard Teeth, Nº 2, Fevereiro de 2002, Inglaterra
Mundo Estranho, Edição 6, Agosto de 2002, Editora Abril, São Paulo.
Época, Nº 235, 18 de Novembro de 2002, Editora Globo, São Paulo.

LIVROS:

Futebol: The Brazilian Way Of Life, de Alex Bellos, 2002, Bloomsbury Publishing Pic, Inglaterra.
Futebol: O Brasil Em Campo, de Alex Bellos, com tradução de Jorge Viveiros de Castro, 2002, Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro (Brasil).

JORNAIS:

Jornal dos Clubes, 1ª Quinzena de 2001 – Rio de Janeiro.
O GLOBO - Jornais de Bairro (Caderno Zona Norte), 06 de Junho de 2002 – Rio de Janeiro.
O Debate – Diário de Macaé, 22 de Setembro de 2002 – Macaé.
Folha dos Lagos, 05 de Dezembro de 2002 – Cabo Frio.
Hoje, 08 de Março de 2003 – Cabo Frio.
Jornal do Brasil, 13, 19, 21 e 22 de Abril de 2003 – Rio de Janeiro.
Folha dos Lagos, 01 de Maio de 2003 – Cabo Frio.
Gazeta de Teresópolis, 03, 07, 08, 09 e 11 de Fevereiro de 2004 – Teresópolis.
A Voz da Serra, 21 de Setembro de 2004 – Nova Friburgo.
Jornal do Brasil (Caderno Barra & Jacarepaguá), 12 e 15 de Novembro de 2004 – Rio de Janeiro.

TELEVISÃO:

Bem Forte (CNT) – 2001.
Bom Dia, Brasil (TV Globo) – 2001.
Estácio (TV Universitária) – 2002.
Jornal Hoje (TV Globo) – 2002.
Sportv News (Sportv) – 2003.
Esporte Espetacular (TV Globo) – 2003 (em duas ocasiões).
Globo Esporte (TV Globo) – 2003.
SBT Rio (SBT) – 2003.
Papo Com Armando Nogueira (Sportv) – 2003.
Jornal Hoje (TV Globo) – 2003.
Programa do Jô (TV Globo) – 2003.
InterTV Notícias (Afiliada Globo em Nova Friburgo) – 2004.
Esporte Espetacular (TV Globo) – 2004.

INTERNET:

FEFUMERJ (SITE OFICIAL): http://www.fefumerj.com.br
APROFUME (SITE OFICIAL): http://www.aprofume.com.br
APROFUME (ORKUT COMMUNITY): http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=478030
FUTEBOLDEMESA NEWS: http://www.futeboldemesanews.com.br
VASCO DA GAMA: http://www.vascofutmesa.com.br
LDBR: http://geocities.yahoo.com.br/ligadedesportosdebelfordroxo/index.html
AFML: http://www.afml.kit.net
ASOCIACIÓN ARGENTINA DE FULBOTÓN (ARGENTINA): http://groups.msn.com/FUTBOLCONBOTONES
ASOCIACIÓN CATALANA DE FÚTBOL BOTONS (ESPANHA): http://usuarios.lycos.es/futbolbotones/index.html
FUTBOL BOTONES BEOGRAD (SÉRVIA): http://www.futbolbotonesserbia.com